Por que Trump Recuou dos Seus Ataques à Groenlândia? A Resposta Está nos Trilhões que a Europa Segura

Trump recuou da Groenlândia não por diplomacia, mas porque a Europa apontou a única arma capaz de parar os EUA: os US$ 1,5 trilhão em dívida americana que ela pode lançar no mercado a qualquer momento.
A ciência que regenera medulas também regenera a soberania brasileira: Polilaminina e o Soft Power

Como a descoberta da polilaminina conecta ciência de ponta, soft power e a projeção internacional do Brasil?
A Farsa do ‘Conselho de Paz’: Como Trump Cria o Caos Para Vender a Ordem

Do MAGA ao MIGA: Um exame crítico de como a presidência de Trump promoveu o caos, a repressão do ICE, o desastre ambiental e o enriquecimento pessoal às custas da nação.
Entre Os Ganhos Estratégicos e os Riscos Catastróficos: O Cálculo de uma Incursão Militar dos EUA na Groenlândia

O que os EUA ganhariam e o que arriscariam ao invadir a Groenlândia? Análise dos ganhos estratégicos no Ártico e dos riscos de colapso da OTAN e da ordem jurídica global.
A Estrutura de Poder Iraniana e 0 Conflito Interno Pós -Revolucionário: Teocracia, Instituições Republicanas e a Crise de Legitimidade (2024-2026)

O Irã vive uma das maiores crises de sua história recente. Desde 2024, protestos massivos, iniciados nos tradicionais bazaris, desafiam o regime teocrático estabelecido em 1979. Este artigo acadêmico analisa a complexa estrutura de poder iraniana – onde instituições eleitas coexistem com um núcleo clerical supremo – e como essa dualidade gera uma crise de legitimidade. Examina-se a violenta repressão estatal, com cortes de internet, milhares de presos e execuções, e como a situação tensiona as relações geopolíticas do país, um ator-chave no Oriente Médio apoiado por Rússia e China, mas isolado pelo Ocidente. O texto debate se o sistema está à beira de uma transformação histórica.
Análise do Acordo de Associação entre o Mercosul e a União Europeia: Estrutura, Impactos e Implicações Geopolíticas

Após mais de 20 anos de negociações, o acordo de livre-comércio entre o Mercosul e a União Europeia foi finalmente ratificado em 2026, criando uma das maiores zonas econômicas integradas do mundo, com um PIB combinado de US$ 22 trilhões e um mercado de mais de 700 milhões de pessoas. Este artigo analisa os fundamentos teóricos e práticos do acordo, desde o princípio das vantagens comparativas até as complexas regras de origem e as barreiras não tarifárias. Examina-se o papel central do Brasil como maior economia do Cone Sul, os volumes bilaterais de comércio, as controvérsias ambientais e trabalhistas, e a dimensão geopolítica do acordo em um cenário de crescente influência chinesa na região. Por fim, discute-se os ganhos e os custos setoriais esperados, especialmente para a agricultura europeia e a indústria sul-americana, evidenciando que todo processo de abertura comercial exige adaptação e gera impactos assimétricos.
O Futuro da Venezuela sob a Ótica Histórica das Intervenções dos Estados Unidos: Uma Análise a partir de Casos Paradigmáticos

Este artigo examina o futuro político e econômico da Venezuela através de uma análise comparativa das intervenções históricas dos Estados Unidos no Panamá, no Iraque e no Afeganistão. Utilizando uma abordagem histórica e crítica, o estudo argumenta que a trajetória venezuelana pode ser projetada a partir de padrões observados em intervenções passadas, caracterizadas pela violação da soberania nacional e pela subordinação a interesses geopolíticos e econômicos norte-americanos. Através dos casos de Manuel Noriega, Saddam Hussein e Osama bin Laden, o artigo delineia um padrão de ação que, aplicado ao contexto venezuelano – detentor das maiores reservas de petróleo do mundo –, sugere um cenário futuro de instabilidade institucional, conflito e retrocesso socioeconômico.
Da Retórica Hostil à Realpolitik Estratégica: A Trajetória Diplomática Brasileira entre o “We Don’t Need Them” e o “We Had Great Chemistry!”

A transição do desprezo (“We don’t need them!“) para a admiração (“Great chemistry!“) não foi fruto do acaso, mas da robustez estratégica do Itamaraty. Atuando nos detalhes e respondendo à altura das agressões, o Brasil demonstrou que no tabuleiro das relações internacionais, cada movimento exige precisão cirúrgica.
Autocracia, Petróleo e Colapso: A Anatomia da Falência do Estado Venezuelano

O artigo analisa a crise venezuelana como resultado da interação entre autoritarismo, rentismo petrolífero e violações do Direito Internacional, gerando colapso interno e conflito geopolítico.
O Efeito Borboleta nas Relações Internacionais: Teoria do Caos e a Nova Ordem Geopolítica

A Teoria do Caos explica como pequenos eventos geram grandes impactos nas Relações Internacionais, ilustrando a transformação imprevisível da ordem global atual.
