Por que Trump Recuou dos Seus Ataques à Groenlândia? A Resposta Está nos Trilhões que a Europa Segura

Trump recuou da Groenlândia não por diplomacia, mas porque a Europa apontou a única arma capaz de parar os EUA: os US$ 1,5 trilhão em dívida americana que ela pode lançar no mercado a qualquer momento.
A Farsa do ‘Conselho de Paz’: Como Trump Cria o Caos Para Vender a Ordem

Do MAGA ao MIGA: Um exame crítico de como a presidência de Trump promoveu o caos, a repressão do ICE, o desastre ambiental e o enriquecimento pessoal às custas da nação.
O Futuro da Venezuela sob a Ótica Histórica das Intervenções dos Estados Unidos: Uma Análise a partir de Casos Paradigmáticos

Este artigo examina o futuro político e econômico da Venezuela através de uma análise comparativa das intervenções históricas dos Estados Unidos no Panamá, no Iraque e no Afeganistão. Utilizando uma abordagem histórica e crítica, o estudo argumenta que a trajetória venezuelana pode ser projetada a partir de padrões observados em intervenções passadas, caracterizadas pela violação da soberania nacional e pela subordinação a interesses geopolíticos e econômicos norte-americanos. Através dos casos de Manuel Noriega, Saddam Hussein e Osama bin Laden, o artigo delineia um padrão de ação que, aplicado ao contexto venezuelano – detentor das maiores reservas de petróleo do mundo –, sugere um cenário futuro de instabilidade institucional, conflito e retrocesso socioeconômico.
Autocracia, Petróleo e Colapso: A Anatomia da Falência do Estado Venezuelano

O artigo analisa a crise venezuelana como resultado da interação entre autoritarismo, rentismo petrolífero e violações do Direito Internacional, gerando colapso interno e conflito geopolítico.
“We don’t need them!” Será? A estrutura econômica global desmente essa simplificação

A afirmação “Não precisamos deles” ignora a realidade da interdependência global. A especialização e as cadeias de suprimento internacionais tornam a cooperação econômica não apenas vantajosa, mas essencial para o bem-estar e a prosperidade das nações. Essa afirmação, provocativa à primeira vista, pode parecer verdadeira em um contexto específico, mas qualquer bom estudante de Relações […]
